quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Parei Por Ser Idiota
No último post eu falei sobre como pararia com o NaNo até passar o Enem. Bem, eu não deveria ter feito isso. Eu sei que é auto-sabotagem, mas eu não estou nem aí para o Enem, ou vestibular, ou seja lá o que for. Enfim, eu não vou ficar me martirizando por isso, aconteceu o que aconteceu e eu não me importo.
Mas com o que eu me importo é que eu estou há 10,000 palavras do objetivo diário do NaNoWriMo. Digo, hoje é dia 10 e eu deveria já ter escrito 16,667 palavras ao todo, mas estou nas 8195 ainda.
Eu tenho tempo o suficiente para escrever o dia todo se for necessário, mas não tenho sanidade mental o suficiente para sobreviver a algo assim. O que eu faço? Bem, eu faço algo que eu realmente queria fazer e enquanto a endorfina (teoria, teoria) ainda está fazendo efeito volto a escrever. O difícil é conseguir parar no meio para escrever.
Enfim, hoje escrevi sobre gnus. Eu amo gnus, sou apaixonada por eles desde criança, amo como eles correm, então resolvi colocar eles como uma espécie humanóide na minha história. Eles são rígidos, brutos, mas com bom senso de humor. Ainda preciso de um nome para a espécie, mas isso vejo depois, sempre me referi a eles como gnu. Gnus significam que finalmente cheguei na parte do deserto (depois de pular a introdução irritante por falta de ânimo para escrever quilos e quilos de texto sobre como aquele mundo surgiu, quem são os personagens principais, era muito diálogo e pouca ação ._. ), agora posso ver os meus pobres personagens sofrerem com o calor. MWAHAHAHAHA
Ando apelando para vários recursos para continuar escrevendo, coloquei o fundo do meu editor de texto como rosa-pink (e às vezes mudo para aquele verde cegante ou então amarelo) para manter a minha mente alerta (e cansar meu cérebro, cérebro cansado = nonsense = texto interessante), desativei a tecla [backspace] para não poder deletar nada, além de começar a usar o Qwetick para ouvir aquele barulhinho de máquina de escrever a cada teclada, aquilo é viciante. Às vezes até desconecto o cabo de internet para não cair na armadilha que é a internet... Pobre eu!
Mas com o que eu me importo é que eu estou há 10,000 palavras do objetivo diário do NaNoWriMo. Digo, hoje é dia 10 e eu deveria já ter escrito 16,667 palavras ao todo, mas estou nas 8195 ainda.
Eu tenho tempo o suficiente para escrever o dia todo se for necessário, mas não tenho sanidade mental o suficiente para sobreviver a algo assim. O que eu faço? Bem, eu faço algo que eu realmente queria fazer e enquanto a endorfina (teoria, teoria) ainda está fazendo efeito volto a escrever. O difícil é conseguir parar no meio para escrever.
Enfim, hoje escrevi sobre gnus. Eu amo gnus, sou apaixonada por eles desde criança, amo como eles correm, então resolvi colocar eles como uma espécie humanóide na minha história. Eles são rígidos, brutos, mas com bom senso de humor. Ainda preciso de um nome para a espécie, mas isso vejo depois, sempre me referi a eles como gnu. Gnus significam que finalmente cheguei na parte do deserto (depois de pular a introdução irritante por falta de ânimo para escrever quilos e quilos de texto sobre como aquele mundo surgiu, quem são os personagens principais, era muito diálogo e pouca ação ._. ), agora posso ver os meus pobres personagens sofrerem com o calor. MWAHAHAHAHA
Ando apelando para vários recursos para continuar escrevendo, coloquei o fundo do meu editor de texto como rosa-pink (e às vezes mudo para aquele verde cegante ou então amarelo) para manter a minha mente alerta (e cansar meu cérebro, cérebro cansado = nonsense = texto interessante), desativei a tecla [backspace] para não poder deletar nada, além de começar a usar o Qwetick para ouvir aquele barulhinho de máquina de escrever a cada teclada, aquilo é viciante. Às vezes até desconecto o cabo de internet para não cair na armadilha que é a internet... Pobre eu!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Parei
Sim, parei. Parei com o NaNo até segunda ordem, na segunda-feira escrevo mais 5000 palavras e fico quase em dia de novo, nada que não dê para recuperar com um pouco de esforço. Tenho provas para me preocupar até dia 21, estou nervosa, concorrer por 16 vagas é ridíciulo. Ainda mais quando me convenci que não vou passar, que quero fugir para um canto desértico da Mongólia e nunca mais voltar. Meu corpo só resolve me sabotar dias antes, podia ter feito isso no meio do ano, assim não seria tão inoportuno e eu poderia me defender. Mas é aquela velha história, se estivesse pronta passaria.
Sinto saudades dos meus personagens. Ontem sonhei com a Alda, ela era uma personagem de um jogo; tudo muito estranho e confuso como um sonho deve ser, mas fiquei bastante contente por saber que penso neles o suficiente para conseguir sonhar. Fico com pena desta pobre criatura, o final que preparei para ela vai ser pior do que horrível, vou escrever uma ou outra side story com ela para aliviar a culpa de deixá-la num lugar terrível para todo o sempre.
Sinto saudades dos meus personagens. Ontem sonhei com a Alda, ela era uma personagem de um jogo; tudo muito estranho e confuso como um sonho deve ser, mas fiquei bastante contente por saber que penso neles o suficiente para conseguir sonhar. Fico com pena desta pobre criatura, o final que preparei para ela vai ser pior do que horrível, vou escrever uma ou outra side story com ela para aliviar a culpa de deixá-la num lugar terrível para todo o sempre.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Três Horas Depois
Bem, eu fiquei escrevendo ontem, dia primeiro, por três horas. Sorte que eu sabia com qual cena queria usar no começo, mas agora estou começando a ficar sem idéias para o desenvolvimento. Às vezes sinto que estou pulando introdução para sair escrevendo, mas é para isso que existe o processo de edição depois. Enfim, eu consegui começar com 5113 palavras no primeiro dia. Feliz, né? Mas aí, acordei de manhã e vi uns infelizes com mais de 10,000 palavras. Que ódio! Sim, eu sinto raiva quando as pessoas me passam. XD
Ao menos é um incentivo a mais para continuar escrevendo, escrever mais do que os outros. :P
Passei o primeiro dia escrevendo sobre uma raposa comendo carne, mais carne e assim vai. Coitados dos coelhinhos... Ok, não. Introdução da raposa? Feito. Pré-introdução do dragão? Feito! Introdução da planta? Ainda falta...
Ao menos é um incentivo a mais para continuar escrevendo, escrever mais do que os outros. :P
Passei o primeiro dia escrevendo sobre uma raposa comendo carne, mais carne e assim vai. Coitados dos coelhinhos... Ok, não. Introdução da raposa? Feito. Pré-introdução do dragão? Feito! Introdução da planta? Ainda falta...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Alguém Me Vende Um Título Para A Minha História?
Pela primeira vez na vida consegui nomear personagens sem muita demora, acho que dei sorte. Não faço a menor idéia se um dia vou desenhar eles, mas espero que sim, mesmo que desenhar animais não seja o meu forte. XD
Então, a minha história tem uma árvore (não, não tem nada a ver com Secret of Mana, mas admito que é parecido) que mantem um planeta indo. Esse planeta foi formado por várias dimensões, uma delas envolvia a Terra que nós conhecemos, então graças a arvorezinha tudo se manteve pois ela deu um jeito para fazer os habitats se encaixarem e ninguém morrer no meio do caminho. Até aí estava tudo nas mil maravilhas, mas todo mundo sabe como inteligencia causa burrice. Quem tem resolve que quer mais riquezas, mais terras, ser mais famoso, e por aí vai. Certas espécies não estavam exatamente felizes com as realidades das outras dimensões, umas gostavam de ser as únicas a poderem usar magia, outras odiavam ver animais desenvolvendo cidades, então ficaram putinhas e resolveram destruir a árvore para ver se tudo voltava a ser como era.
Não conseguiram, mas fizeram a árvore entrar num modo de hibernação esquisito. Bem, a árvore tinha uma guria que foi criada para cuidar dela e ajudar a manter o mundo do jeito que era. O problema é que como a árvore “parou” a menina não pôde mais receber a educação que precisava. Ela acabou virando uma garotinha mimada com poderes o suficiente para alterar a vida do planeta, e como uma criança com muito tempo livre acabou resolvendo pregar umas peças. Deu instinto animais para alguns humanos, deu conceitos como moral e compaixão para um ou outro canídeo, deu para plantas a habilidade de falar e andar, além de mexer com a cabeça de algumas fadas (weee! fadinhas emo ftw).
Por sorte uma mudinha da árvore acabou ganhando a habilidade de andar e também a de falar, sabendo que o que a menina estava fazendo era errado ela resolveu tentar desfazer algumas das pegadinhas que a guardiã fez. Mas como a vida de uma planta não é fácil ela acabou precisando da ajuda de um transformo que pode se transformar em dragão e de seu melhor amigo (que eu preciso definir a espécie ainda mas blç) para minimizar os efeitos do que a menina fez.
Bem, apresentando:
Alda é a nossa guardiã, ela deve ter a aparência de uns 7 anos ou algo assim. Pense numa daquelas crianças que vão parar nas mãos da Super Nanny. Significado do nome: Antigo e nobre
Cédina é a nossa possível protagonista, ela é uma.. (raposa? outra coisa? bem, é um canídeo) alguma coisa! Significado do nome: De Sedna, uma deusa do mar que no passado era uma mulher que foi atirada no mar pelo próprio pai.
Heidrun é um transmorfo que se transforma em dragão. Sim, o nome dele foi feito para ser esquisito em relação aos outros mesmo (não tem nada de Aerith e Bob, viu? u_u; ). Ele vem de uma espécie sem sexo definido (na verdade eles são todos hermafroditas) em que cada criança ganha a habilidade de se transformar num animal alado adquirindo as suas características como pontos-chave da sua personalidade. Bem, nosso querido apelidado de Heid acabou dando azar e ganhando a habilidade de se transformar num dragão. Infelizmente na cultura dele dragões são uma espécie de burros de carga comilões, gananciosos e.. hmn.. burros. Significado do nome: É o nome de um bode que comia as folhas da árvore da vida.
Zahra é a nossa plantinha heroína que resolveu dar um jeito nas desgraças que a Alda fez pelo mundo. Com uma mentirinha aqui e acolá ela conseguiu a ajuda de Heidrun e Cédina prometendo que o primeiro poderia levar Alda para ele e que a segunda poderia ter o seu instinto animal de volta.Significado do nome: Vindo de Zahrah que significa flor
domingo, 24 de outubro de 2010
Plot Bunnies e Mais Alguma Coisa
Plot bunnies são idéias que acabando dando forma a mais uma centena de novas idéias, se reproduzem feito coelhinhos. Bem, noite passada eu sonhei com coelhos, coelhinhos que viviam embaixo da minha cama. (awwwww <3 ) Aposto que é um sinal de que serei PERTURBADA por idéias que não poderei usar. Não é novidade nenhuma, cada segundo sinto vontade de mudar de enredo; mesmo mundo, história diferente. Não preciso contar que o meu "eu" não permite que eu faça algo divertido ou engraçado, ele sempre precisa voltar com toda aquela seriedade que assombra a minha cabeça.
Enfim, já pensou em como seria se plantas fossem sencientes? E se tais plantas pudessem andar? É uma idéia que está martelando no meu cérebro, tem tanta gente querendo voar por aí, imagina como seria feliz uma planta andar ou voar. Pensando bem, voando com o vento... huh!
E, alguém querendo se tornar um deus. Sabe, inveja do poder de dar vida a algo com um simples gesto.
Não sei o que mais pode vir por aí, mas tenho uma semana para decidir sobre que diabos vou escrever. Ainda mais por lembrar como eu prefiro animal fiction.
Plantas? Deuses? Sociedades secretas? Maternidade? Animais? Animais humanizados? Vou acabar sorteando no papelzinho.
Edit:
Enfim, já pensou em como seria se plantas fossem sencientes? E se tais plantas pudessem andar? É uma idéia que está martelando no meu cérebro, tem tanta gente querendo voar por aí, imagina como seria feliz uma planta andar ou voar. Pensando bem, voando com o vento... huh!
E, alguém querendo se tornar um deus. Sabe, inveja do poder de dar vida a algo com um simples gesto.
Não sei o que mais pode vir por aí, mas tenho uma semana para decidir sobre que diabos vou escrever. Ainda mais por lembrar como eu prefiro animal fiction.
Plantas? Deuses? Sociedades secretas? Maternidade? Animais? Animais humanizados? Vou acabar sorteando no papelzinho.
Edit:
Alguém que quer ter o poder de criar vida começa a mexerAdoro o bloco de notas, sai cada besteira. Bem, sorteei e saiu: Deuses e animais humanizados, mas eu adicionei plantas. Pronto, agora não mudo mais também. ;D
com a ordem natural das coisas, animais que ficam humanizados e plantas
que andam, pessoas com instinto animal esquisito (possível comic relief)
e...... DRAGÃO PREGUIÇOSO QUE SÓ QUER SENTAR A BUNDA NUM TESOURO E FICAR (comic relief)
sábado, 23 de outubro de 2010
Quase NaNoWriMo
Eu estou esperando pelo National Novel Writing Month, vulgo NaNoWriMo, desde janeiro ou fevereiro deste ano. Fico feliz por saber que finalmente o tão esperado mês de novembro está chegando. A idéia é a mesma que a do JulNoWriMo, mas numa escala muito maior, digamos que o Nano foi o fundador dos Writing Month. Funciona assim: milhares de pessoas pelo mundo escrevem cada uma um romance de 50.000 palavras durante os 30 dias de novembro.
A maioria das pessoas se perde no caminho, mas para os poucos que conseguem chegar lá, há a glória e satisfação de saber que você aguentou um mês de angústia e sofrimento, com toda a incerteza sobre a qualidade da sua história. Acreditem, é sofrido, ainda mais por você ter que ignorar aquela vozinha dizendo para você apagar metade do que escreveu. Foi graças a esta maluquice que resolvi reviver o blog. Duvido que alguém vá querer ler sobre as minhas infelicidades quanto ao Nano, mas vamos ver no que dá.
Na pior das hipóteses, o NaNoWriMo me ajuda a ignorar a frustração e ansiedade do vestibular. Despejarei todos os sentimentos ruins no meu romance, assim posso ir de cuca fresca fazer as provas. \o/ yay!
Neste ano escreverei fantasia, passei duas semanas rabiscando e lembrando das aulas de biologia para criar um mundo decente para a história. Gostei do mundo, da fauna e flora, das novas espécies, mas no final o problema foi o enredo. Acabei criando três diferentes, um concentrado numa doença que assola o planeta e na tentativa de duas grandes organizações de controlar o mundo; outro é sobre uma mãe querendo distrair o filho paraplégico, para isso inventa um mundo novo e conta a história (nesta pespectiva o lugar é um faz-de-conta) de como eles dois se aventuravam por lá. O terceiro, e o que pretendo usar, é uma espécie de comédia que provavelmente só tem graça para mim; trata-se do terceiro na sucessão ao trono, um príncipe que foi criado para nunca se casar, ele acaba tendo um namorico com um vampiro que 4 anos depois volta para matá-lo. Não, não vou contar as partes engraçadas, mas não foi feito para não ter um único parágrafo de seriedade. E eu realmente quero escrever algo cômico. Só espero que, se eu mudar de idéia, que seja antes de novembro.
A maioria das pessoas se perde no caminho, mas para os poucos que conseguem chegar lá, há a glória e satisfação de saber que você aguentou um mês de angústia e sofrimento, com toda a incerteza sobre a qualidade da sua história. Acreditem, é sofrido, ainda mais por você ter que ignorar aquela vozinha dizendo para você apagar metade do que escreveu. Foi graças a esta maluquice que resolvi reviver o blog. Duvido que alguém vá querer ler sobre as minhas infelicidades quanto ao Nano, mas vamos ver no que dá.
Na pior das hipóteses, o NaNoWriMo me ajuda a ignorar a frustração e ansiedade do vestibular. Despejarei todos os sentimentos ruins no meu romance, assim posso ir de cuca fresca fazer as provas. \o/ yay!
Neste ano escreverei fantasia, passei duas semanas rabiscando e lembrando das aulas de biologia para criar um mundo decente para a história. Gostei do mundo, da fauna e flora, das novas espécies, mas no final o problema foi o enredo. Acabei criando três diferentes, um concentrado numa doença que assola o planeta e na tentativa de duas grandes organizações de controlar o mundo; outro é sobre uma mãe querendo distrair o filho paraplégico, para isso inventa um mundo novo e conta a história (nesta pespectiva o lugar é um faz-de-conta) de como eles dois se aventuravam por lá. O terceiro, e o que pretendo usar, é uma espécie de comédia que provavelmente só tem graça para mim; trata-se do terceiro na sucessão ao trono, um príncipe que foi criado para nunca se casar, ele acaba tendo um namorico com um vampiro que 4 anos depois volta para matá-lo. Não, não vou contar as partes engraçadas, mas não foi feito para não ter um único parágrafo de seriedade. E eu realmente quero escrever algo cômico. Só espero que, se eu mudar de idéia, que seja antes de novembro.
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